Quando somos crianças, ensinam-nos coisas como "os pais gostam sempre dos filhos", "os professores têm sempre razão e só querem o bem dos meninos", "um casal são duas pessoas que gostam muito uma da outra e querem ser felizes juntos", entre outras ideias que transmitem um mundo quase perfe
ito. Na nossa cabeça, forma-se um conceito de mar de rosas. Tudo faz sentido, tudo é linear, tudo é belo.
Passado algum tempo, ouvimos o caso da menina que era violada pelo pai, da professora que fazia chantagem com as crianças e da mulher que todos os dias é agredida violentamente pelo marido.
"Então, mas o papá não é sempre amigo dos filhos?"; "Oh mamã, não tinhas dito que os maridos gostam muito das mulheres?".
O cenário fica deformado, confuso.
Crescemos mais, e descobrimos que os casos que chegam até nós são só uma pequena parte, existem muitos mais. Ninguém faz a mínima ideia porque não é possível conhecer a vida de todas as pessoas. A situação é, realmente, assustadora, até mesmo horripilante.
E os acontecimentos repetem-se, repetem-se, repetem-se. Não deixam de existir.
O objetivo da nossa existência é obtermos o máximo de satisfação em cada passo que damos e isso é tão complexo. Muitas vezes, o conceito de satisfação nem chega a ser conhecido. Fazem-nos acreditar que existem padrões, que isto é bom e aquilo é mau.
Mas nada é simples. Nada é tão óbvio como parece. Até um átomo tem muito que se lhe diga; e nós nem o vemos.
Passado algum tempo, ouvimos o caso da menina que era violada pelo pai, da professora que fazia chantagem com as crianças e da mulher que todos os dias é agredida violentamente pelo marido.
"Então, mas o papá não é sempre amigo dos filhos?"; "Oh mamã, não tinhas dito que os maridos gostam muito das mulheres?".
O cenário fica deformado, confuso.
Crescemos mais, e descobrimos que os casos que chegam até nós são só uma pequena parte, existem muitos mais. Ninguém faz a mínima ideia porque não é possível conhecer a vida de todas as pessoas. A situação é, realmente, assustadora, até mesmo horripilante.
E os acontecimentos repetem-se, repetem-se, repetem-se. Não deixam de existir.
O objetivo da nossa existência é obtermos o máximo de satisfação em cada passo que damos e isso é tão complexo. Muitas vezes, o conceito de satisfação nem chega a ser conhecido. Fazem-nos acreditar que existem padrões, que isto é bom e aquilo é mau.
Mas nada é simples. Nada é tão óbvio como parece. Até um átomo tem muito que se lhe diga; e nós nem o vemos.
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